De um processo manual a uma operação digital.
A plataforma de votação Servidor do Ano começou como um processo específico de eleição e evoluiu para uma arquitetura preparada para múltiplas organizações.
Um processo que pediu para virar plataforma.
O que começou como uma eleição única revelou oportunidades para servir múltiplas organizações. A arquitetura foi pensada para crescer além do caso específico.
Transformar um processo manual em uma operação digital.
Construir uma plataforma que fosse segura, transparente e capaz de gerenciar votações de forma íntegra. A partir de uma necessidade específica, criar uma base para evoluir.
O desafio não era apenas digitalizar a votação.
O desafio era substituir uma cadeia operacional inteira.
Cada secretaria possuía sua própria dinâmica de votação.
Urnas, cédulas e equipes precisavam ser organizadas.
Servidores eram mobilizados durante todo o dia.
O resultado dependia de conferência e escrutínio após o encerramento.
A consolidação podia levar dias.
Uma operação real, em produção.
Prefeitura de Campo Mourão · 2025




Processo físico → processo digital
Do dado bruto ao resultado.
O fluxo funcional da aplicação, da importação dos dados à consolidação do resultado.
Da análise à aplicação.
A demanda começou como uma análise de um processo institucional complexo. A partir do entendimento da operação, Jaime estruturou uma solução digital capaz de substituir as principais etapas manuais da eleição.
O próximo passo é transformar a solução em produto.
A primeira versão foi desenvolvida para atender a operação da Prefeitura de Campo Mourão. Para 2026, a solução está sendo evoluída para uma arquitetura multi-tenant, permitindo adaptar a plataforma a diferentes organizações.
Processos complexos também podem ser simplificados.
Quando uma operação depende de muitas etapas manuais, o primeiro passo é entender como ela realmente funciona.